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ENTREVISTA COMPLETA: Katy Perry estampa a edição de setembro da “W Magazine”

Katy Perry é figurinha comum nas páginas de revistas de todo o mundo. Dessa vez, a cantora estampa a edição de setembro da W Magazine, e em entrevista, contou desde o processo de composição do Witness, passando por suas experiências em turnês, até seu primeiro beijo.

No artigo publicado pela revista, descobrimos também que Katy estava fazendo o ensaio fotográfico da edição quando soube do atentado no show da Ariana Grande, em Manchester. Segundo a W, a diva, embora abalada, continuou a fazer seu trabalho com muito profissionalismo. O resultado, como era de se esperar, ficou impecável!

Confira abaixo, as imagens e entrevista completa (traduzida) da edição:

– Como é seu processo de composição ? Foi diferente escrever o Witness?

Antes eu costumava gravar minhas idéias em fitas, mas agora eu uso meu celular. Minha seção de notas é um verdadeiro ninho de idéias malucas. E eu tenho um caderno antigo cheio de rabiscos e idéias que eu vou tendo.

– De onde vem suas melhores idéias?

Eu as tenho de três maneiras diferentes: Meditação transcedental, onde eu descanso e meio que reinicio minha mente, durante uma seção de massagem ou enquanto tomo banho. Eu sempre tenho meu celular por perto pra caso precise anotar alguma coisa.

– Você canta suas próprias músicas no chuveiro?

Não. Eu invento músicas, ou eu vou no “I like to move it, move it”. Eu já tive vários momentos musicais com meus namorados. E é muito legal, cantar no chuveiro e ficar abraçado.

–  A vida é mais “aproveitável” com o cabelo curto?

Tudo fica mais divertido com o cabelo curto! Eu posso simplesmente me levantar e ir. Eu me sinto tão liberta com esse cabelo agora. No geral, eu me sinto completamente livre. Não importa se politicamente, mentalmente, espiritualmente ou sexualmente, eu me sinto liberta de todas as coisas que não me serve. Eu estou aceitando e amando meus 30s. Não tem nada que você poderia me oferecer para que eu voltasse à casa dos 20.
Para chegar nesse nível, eu tive que trabalhar duro questões em meu coração, alma, mente e corpo. E desde que comecei a fazer isso, muitas coisas maravilhosas aconteceram.

–  Já que você mencionou seus 30s, qual foi seu aniversário favorito?

Bom, eu sou a própria garota das festas de aniversário! Eu pego esse dia como uma desculpa para dar uma enorme festa. Na minha festa de 32, nós tivemos uma festa onde a temática era 1950 em uma escola de Hollywood. Isso aconteceu na noite anterior ao Halloween, que é próximo ao meu aniversário, e as pessoas ainda estão tristes por ter acabado. Eu ouvi algumas pessoas dizendo que aquela foi uma das noites mais incríveis de suas vidas.

– Tem alguma música que faz você chorar?

Várias. Eu sempre quero viver coisas que me tocam. Recentemente eu assisti “Dear Evan Hansen” na Broadway e foi um caos depois. O ator alcançou aquele lugar que se é tão vulnerável que chega a ser assustador. Nós todos fingimos muitos. Nós demonstramos uma vida que não é real , e eu também sou culpada disso. E quando você meio que quebra isso é muito poderoso, e aquele show mostra isso. Vá assistir.

– Você já chorou durante suas próprias músicas?

Já. Minhas canções são muito pessoais. As vezes são sobre pessoas que não estão mais na minha vida, ou sobre algum amor não correspondido. Na última vez que eu comecei uma turnê, eu não pude cantar algumas das músicas do álbum porque eu estava muito triste.

– Você fica feliz quando está em turnê?

Eu me sinto tanto saturada quando amada quando estou em turnê. As pessoas pegam seu tempo, energia e dinheiro e vão me ver. Essa conexão é uma coisa muito bonita. É muito incrível ver as pessoas irem lá e cantar minhas músicas com toda a força.

– Estou surpresa de que nunca te colocaram num filme. Você já deve ter sido convidada, né?

Sim, já fui, mas não fechamos acordo. Eu realmente amo ser a comandante do meu próprio barco. Se eu fosse fazer um filme, eu teria que dirigir. Eu adoraria fazer um musical! Mas isso vem com o tempo.

– Onde foi seu primeiro beijo?

Meu primeiro beijo de língua foi na Califórnia, quando eu estava na sexta série. Eu estava andando com uma menina da igreja que tinha uma reputação não tão boa. Ela deu uma festa, mas eu não poderia ir nessas festas enquanto não estivesse na oitava série, mas eu fui mesmo assim. Lá, nós jogamos o jogo da garrafa, e quando foi minha vez eu girei a garrafa, e do nada eu senti como se um peixe molhado estivesse dentro da minha boca. Esse foi meu primeiro beijo. Quando você está na sexta série, não existe a arte do beijo de língua, nem a vibe. Tudo que existe é a sensação de ter a boca invadida por uma lesma.

Leonan Oliveira

Fã desde 2010, loucamente apaixonado e inspirado pelas letras da Katy, leonino, de São Paulo/SP e estudante de Jornalismo! Can I get a witness?

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